Estudantes se classificaram em primeiro e segundo lugar no I Prêmio ABMACO de Arquitetura.
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Os estudantes de arquitetura Sérgio Tempel, Denis Joelsons e Carolina Mishima, foram vencedores do I Prêmio ABMACO de Arquitetura (Associação Brasileira de Materiais Compósitos). O projeto do estudante Sergio Tempel, aluno do 3º ano, ficou em primeiro lugar. Com orientação do professor Fabio Ferreira Lins Mosaner e da monitora de projeto Marina Acayaba, a proposta foi uma casa futurista e ecologicamente amigável, feita inteiramente de materiais compósitos. Compósito é um material em cuja composição entram dois ou mais tipos de materiais diferentes. Como resultado, este projeto casa será transformado no estande da ABMACO na 18ª Feira Internacional da Indústria da Construção (FEICON), evento que acontece entre 06 e 10 de abril, na capital paulista. O primeiro lugar ganhou € 1,000 e uma viagem a Paris, para conferir a JEC Composites (13 a 15 de abril), maior feira mundial do setor de compósitos. Mais do que chamar a atenção dos visitantes da FEICON para as possibilidades estéticas garantidas pelos compósitos, o estande – ou melhor, a casa – da ABMACO comprovará a total adequação desses materiais ao conceito da sustentabilidade. Para se ter uma idéia, Tempel recorreu à translucidez de determinados tipos de chapas de resina e fibra de vidro para aproveitar a luz natural, assim como usou painéis de compósitos para captar a energia solar. A casa também conta com um sistema de reaproveitamento de água feito inteiramente de materiais compósitos. |
Em segundo lugar ficou classificada a dupla Denis Joelsons e Carolina Mishima, estudantes do 5º ano. Orientados pelo professor Cesar Shundi, eles desenvolveram uma proposta de casa em forma de pavilhão, igualmente produzida a partir de materiais compósitos. O prêmio para esta colocação foi de R$ 3.000. Para os alunos esta é uma forma de expandir seus conhecimentos e expor novas idéias. “Ver sua proposta construída, ver dar certo sua idéia, é realmente algo muito bom”, afirma Sergio Tempel. “O reconhecimento deste trabalho é um incentivo para participar de outros concursos”, argumenta Denis Joelsons. Para Carolina Mishima, “a Escola da Cidade certamente abriu portas para uma forma abrangente de refletir sobre a concepção de um projeto arquitetônico”. Os professores que orientaram os alunos neste projeto apóiam ações como essa, pois veem este tipo de premiação como um incentivo para que os alunos continuem trabalhando e expondo suas idéias. Para Fabio Mosaner, “o resultado é fruto do reconhecimento de um trabalho desenvolvido com dedicação pelo estudante e mostra o resultado do trabalho de ensino da Escola da Cidade”. A monitora Marina Acayaba acredita que “um prêmio como esse dá ao aluno base para ele compreender a natureza do material de uma forma profunda e projetar de forma mais consciente”. Segundo o professor Cesar Shundi, o resultado mostra que “a Escola da Cidade está formando profissionais que enfrentam problemas da arquitetura e da cidade”. |
